Grupos de Trabalho

RJ – Rio de Janeiro

Grupo Clínica da Contemporaneidade

Periodicidade: Mensal. Geralmente na segunda Quarta-feira do mês, das 12h as 13h30.
Representante: Paulo Prospero

Iniciaremos pelo foco na Depressão, que julgamos ser a principal questão da clínica hoje. Posteriormente serão contempladas outras questões pertinentes ao tema central.

Componentes:
Elizabeth Donnici
Paulo Próspero
Solange Catanhede

Grupo Clínica e Micropolítica

Periodicidade: Mensal. Terças-feiras, às 20h30.
Representante: Vilma Rangel

A proposta do grupo baseia-se numa concepção da prática psicanalítica em que a formulação dos conceitos promove a direção de seus efeitos clínicos e políticos . Partindo deste posicionamento estamos trabalhando questões da clínica e da prática teórica em sua dimensão micropolítica, ou seja, como políticas de existência.

Neste sentido, consideramos que, na atualidade, alguns casaletempos revelam-se privilegiados na formulação dos conceitos, tais como os que tocam às noções de corpo, afetos, transferência, entre outros. Estes conceitos funcionam como atratores e exigem uma abordagem que afirme os modos de existir que se diferenciam das formas totalizadoras indicadas pelos conceitos de representação, castração, falta, falo, quando tomados como centrais na teoria e na direção da clínica.

Propomos, portanto, traçar caminhos que tragam para a experiência analítica, uma discussão sobre as possibilidades de trabalhar com as forças pulsionais mobilizadas pela transferência. Nesse sentido procuramos uma vertente de afirmação dessas forças como alternativa aos becos sem saída da culpabilidade edípica ou do gozo sádico e masoquista. Isto implica em traçar novas cartografias subjetivas onde se articulem o cuidado de si com as possibilidades de presença e abertura para o mundo.

Componentes:
Eliana Schueler Reis
Priscila Magalhaes
Suzana Neves
Vilma Rangel

Grupo de Discussão Clínica

Horário: Quinta-feira, 21h
Periodicidade: Mensal
Representante: Eduardo Medeiros
contato: eduardocmed@gmail.com

O Grupo de discussão clínica tem como objetivo manter um espaço propiciador de troca de experiências clínicas baseadas no saber e no fazer psicanalíticos. Esse espaço é marcado pela horizontalidade entre os pares e pelo acolhimento de enfoques teóricos pluralistas, características que consideramos como sendo centrais para a manutenção da vivacidade das discussões, assim como para a emergência de formulações teóricas e clínicas. Neste sentido, acreditamos que a afetação mútua que se dará no encontro dos analistas fortalecerá a investigação psicanalítica no interior da instituição.

Componentes:
Claudia Andrade
Cristina Louro
Eduardo Medeiros
Elizabeth Mourão
Igor Juliano de Paula
Julio Bandeira de Mello
Leila Ripoll
Margarida Cavalcanti
Marielena Legey
Natasha Helsinger
Nelma Cabral
Patrícia Andrade
Paula Gaudenzi
Pedro Cattapan
Priscila Magalhães
Rebeca Schwartz
Rita Flores Müller
Rodrigo Ventura
Suzana Neves
Zélia Vilar

Grupo de Estética e Psicanálise

Periodicidade: Quinzenal. Primeira e terceira quintas-feiras, às 21h.
Representante: Nelma Cabral

A questão que move atualmente o trabalho do grupo é a aproximação entre psicanálise e arte. Tem estado em primeiro plano a problematização do processo criativo nas artes, desde a crise da representação, e na psicanálise, desde a pulsão pensada sem representante.

Como conviver com os fragmentos de um mundo que desaba?

Tal questão se desdobra no campo das artes e da psicanálise e vem sendo discutida pelo grupo a partir das seguintes referências, Freud, Birman, Deleuze, Rogerio Luz, Duchamp e Argan.

Por outro lado, o grupo está interessado no estudo das transformações que ocorrem na subjetividade do artista, particularmente no que diz respeito ao processo criativo, o que pode nos conduzir a uma reflexão sobre as incidências da contemporaneidade nestes sujeitos.

Componentes:
Margarida Cavalcanti
Maria Cristina Louro
Nelma de Mello Cabral
Zelia Villar

Grupo de Foucault e a Psicanálise

Horário: Terceira Segunda-feira do mês, 21h15
Periodicidade: mensal
Representante: Leila Ripoll
Contato: leilaripoll@gmail.com

O objetivo do grupo é estudar a obra de Foucault, enfocando sua interlocução com a psicanálise. O grupo vem trabalhando sobre a questão das relações entre formas de subjetivação e discursos de verdade. Desde meados de 2011, discutimos “Le courage de la verité – Cours au Collège de France.1984″, último curso ministrado por Foucault, sobre a questão do dizer verdadeiro (Parrêsia). A seguir, discutimos o curso “Leçons sur la volonté de savoir – Cours au Collège de France. 1970-1971″. O grupo está concluindo a leitura do curso “Naissance de la biopolitique – Cours au Collège de France. 1978-1979”.

Componentes:
Andrea Albuquerque
Ana Beatriz Lima da Cruz
Elizabeth Mourão
Joel Birman
Leila Ripoll
Maria Cristina Louro
Natasha Mello Helsinger
Simone Perelson

Grupo Problematizações da formação em psicanálise

Periodicidade: Primeira e terceira quartas-feiras do mês, às 21h.
Representante: Marielena Legey

O EBEP recusa a formação institucional diante da constatação de que as diferentes práticas de formação nas instituições psicanalíticas conduziram à instauração de relações hierárquicas de poder e de reserva de mercado, que colocam em questão a transmissão da experiência do inconsciente inaugurada pelo saber psicanalítico.

No entanto, isso não nos isenta da responsabilidade de nos posicionarmos em relação à questão da transmissão da psicanálise, ou seja, não apenas dizer o que recusamos, mas afirmar o que pensamos acerca desse processo mediante o qual alguém se institui psicanalista, ainda que saibamos que esta trajetória é singular e com um tempo próprio a cada sujeito. Dizer simplesmente que a formação se apoia no tripé: análise pessoal, estudo teórico e supervisão e que o EBEP não interfere nas escolhas e nas formas como os sujeitos percorrem esse caminho não nos parece suficiente.

Não se trata de buscar responder conclusivamente à questão do que é ou deve ser a formação, já que entendemos que a formação é um processo em aberto e permanente. Porém, isso não nos exime do trabalho de problematiza-la já que dela depende, em grande parte, a sobrevivência da psicanálise centrada na experiência do inconsciente.

Desde sua emergência, a psicanálise e a afirmação do descentramento do sujeito encontram resistências, mas atualmente essa discussão nos parece crucial, não apenas para explicitar o nosso posicionamento em relação àqueles interessados em iniciar este percurso, mas também como uma afirmação política do lugar da psicanálise na cena social.

Certamente aproveitaremos a experiência do grupo de Niterói que debateu essa temática e avançaremos nesse trabalho. Acreditamos que há um consenso em relação à centralidade dessa discussão, no entanto, no momento atual, ela parece-nos não apenas central, mas urgente, diante da fragilização do lugar ocupado pela psicanálise frente a outras práticas psicoterápicas psicologizantes e medicalizantes.

Iniciamos em 12/2016 a leitura e discussão do livro de François Roustang Um destino tão funesto, Ed. Timbre, 1987.

Componentes:
Cristina Louro
Eduardo Medeiros
Elizabeth Mourão
Julio Bandeira de Mello
Leila Ripoll
Marielena Legey
Nelma Cabral
Paula Gaudenzi
Priscila Magalhães
Vilma Rangel

Grupo Textos de Lacan – Teoria e Clínica

Horário: Sexta-feira, 15h15
Periodicidade: Primeiras e terceiras sextas-feiras de cada mês
Representante: Elizabeth Mourão

O grupo visa com a leitura dos textos lacanianos, no enfrentamento das dificuldades de seu estilo, surpreender a dimensão clinica desse pensamento.

Iniciamos com o Seminário 5, “As Formações do Inconsciente”, visando principalmente os conceitos de metáfora e metonímia, através do estudo dos atos falhos. Nesse processo, o grupo discutiu a questão dos três tempos do Édipo e da foraclusão do Nome-do Pai. Em seguida, nos dedicamos ao Seminário 15, O Ato Psicanalítico, onde foram abordadas as relações entre saber, verdade e gozo na experiência da transferência. Concluído o Seminário 15, seguimos com a leitura do Seminário 10, “Os Quatro Conceitos Fundamentais da Psicanálise”, buscando essencialmente uma continuidade e aprofundamento da discussão sobre a experiência transferencial.

Componentes:
Fabio Lacombe
Elizabeth Mourão
Leila Ripoll
Maria Cristina Louro
Nelma de M. Cabral
Paula Gaudenzi
Zelia Villar

RJ – Niterói

Medicalização do cotidiano infantil: um recorte da medicalização da vida

Periodicidade: Mensal. Quarta quinta do mês, das 12:30 às 13:45h. (Niterói).
Representante: Marielena Legey
Contato: marielenalegey@gmail.com

Pretendemos iniciar nosso estudo através da discussão da interferência médica nas complexas questões que envolvem os problemas de aprendizagem e hiperatividade infantis. Interferência, que frequentemente se alia a disciplinas como a fonaudiologia, psicopedagogia, psicologia escolar e , até mesmo, a psicanálise, para promover suposta validação científica ao amplo e disseminado processo de medicalização do social.

Trilharemos nossos caminhos com a leitura de autores de referência no tema da medicalização escolar como Guarido, Voltoni, Cabral, Patto,Lajonquiére, entre outros.

Componentes:
Igor de Paula Juliano
Marielena Legey
Naira Sampaio

SP – São Paulo

Grupo de Arte e Psicanálise (desde 2007)

Periodicidade: Quinzenal. Segundas-feiras, das 8h45 às 10h30.
Representante: Sílvia Nogueira de Carvalho

Esse grupo discute a respeito da contemporaneidade e do homem atual a partir da perspectiva trazida pela arte contemporânea. As artes trazem elementos para a psicanálise trabalhar, propondo outras perspectivas pelas quais podemos olhar as importantes questões que a contemporaneidade nos coloca, dinamizando conceitos que, longe de se manterem como universais intocáveis, podem deslizar para modos de apreensão interessantes e enriquecedores. Tomando como base as atuais teorias estéticas e críticas sobre arte, bem como projetos de determinados artistas ou de coletivos artísticos, buscamos mapear aquilo em que tais produções contribuem para entender nossa época e nossos modos de subjetivação e, também, aquilo em que podem ser articulados e contribuir para o saber psicanalítico. Tendo como disparadores os projetos de pesquisa de cada componente do grupo, reunimo-nos em torno deles, discutindo-os, bem como as referências bibliográficas necessárias para um maior aprofundamento de nossa investigação.

Componentes:
Adriana Barbosa Pereira
Carlos Francisco Livieres
Sílvia Nogueira de Carvalho

Grupo Partilhas da Clínica (desde 2017)

Periodicidade: Quinzenal. Terças-feiras, das 21h às 23h.

Desde sua fundação, o EBEP-SP afirma seu posicionamento atento ao contexto social no qual estamos inseridos, assim como aos efeitos sobre nossa clínica praticada nos mais diversos espaços, buscando compreender suas ressonâncias no corpo social e afetações nas diferentes subjetividades.

Foi com esse olhar que seus diferentes grupos estiveram trabalhando, ao longo dos últimos anos, sobre questões ligadas às relações entre arte e psicanálise na partilha do sensível; à transmissão psíquica no campo da psicanálise e em suas fronteiras; às novas configurações do Femininomasculino; às formas de expressão próprias às narrativas… Da articulação entre tais diferentes estudos derivou a proposta de nossa III Jornada – Clínica da Partilha, Partilha da Clínica -, realizada em novembro de 2016.

Dentre os potentes efeitos que tal encontro proporcionou se encontra agora nossa apresentação deste novo grupo de trabalho, grupo que assume uma dupla vertente:

  1. realizar intervenções psicanalíticas no campo social;
  2. difundir saberes produzidos por nossos membros e colaboradores engajados no debate político do mal-estar na atualidade.

Componentes:
Carlos Godói
Carlos Livieres
Carmen Alvarez
Leonel Braga Neto
Marta Okamoto
Renata Puliti
Sílvia Nogueira de Carvalho

MG – Juiz de Fora

Grupo de Trabalho em Foucault

Periodicidade: Quinzenal. 5ª feira às 09h30 horas
Representante: Heitor Lobo de Mendonça
Contato: heitorl.mendonca@acessa.com

O objetivo deste Grupo de Trabalho é articular os saberes desenvolvidos pelo filósofo francês Michel Foucault e a psicanálise. É muito comum se referir ao pensamento de Foucault como sendo radicalmente crítico para com a psicanálise, o que não deixa de ser verdade. Ao afirmar que o discurso psicanalítico seria uma extensão dos saberes psiquiátricos que se constituíram a partir do renascimento e, que teriam por objetivo, a constituição de poderes que visariam o controle das subjetividades, ou como nos diz Foucault, uma continuação do tratamento moral das diferenças e anormalidades, Foucault abre um campo extremamente interessante para que possamos repensar a psicanálise na contemporaneidade e, a partir disto, evitarmos a tentação das verdades absolutas, da arrogância curativa e dos fundamentalismos que infelizmente ainda são uma tônica comum em alguns setores do pensamento e das instituições psicanalíticas.

Componentes:
Camila Borges Machado
Diéssica Nunes Sales
Edna Magno da Silva Lima
Heitor Lobo de Mendonça
Maria Aparecida Barreto Andrade
Moema Rodrigues Brandão Mendes
Rose Mara Coimbra Campos Azevedo

Grupo de Trabalho da Obra de Jacques Lacan

Periodicidade: Quinzenal. 5ª feira às 10h.
Início: 18/02/16
Representante: Jodemar Porto Costa
Contato: jodemarcosta@yahoo.com.br

O objetivo desse Grupo de Trabalho será promover um espaço de leitura, discussão e investigação da obra de Jacques Lacan. O estudo da Técnica da Psicanálise aparece ao longo dos trabalhos de Freud e Lacan, com um papel preponderante para a transmissão e a construção permanente do diálogo analítico. As preocupações de Freud, na primeira década do século XX o fizeram dedicar-se à produção de textos técnicos e estratégias visando à preservação e a fidelidade na perpetuação de sua práxis; a técnica e a transmissão se tornaram essenciais. A questão proposta por Lacan, no início do seu ciclo de Seminários com o Livro 1 “Os escritos técnicos de Freud”, além de afirmar que todos os textos de Freud são técnicos, se dirige em geral para analistas em formação com a questão fundamental – O que fazemos quando fazemos psicanálise? – Desafiando a que tenhamos a abordagem técnica como marcador do “Campo” próprio de apreensão de nosso objeto – O Inconsciente.

Componentes:
Camila Barbosa Rodrigues
Carlos Alberto Coelho
Débora Dias Müller
Déborah Soares de Almeida
Fernando Gaudereto Lamas
Jodemar Porto Costa
Luciana de Souza Lima
Regina Fátima Reluey Carvalho
Valkíria Cordeiro Dias de Oliveira

Grupo de Trabalho Estudos em Ferenczi

Periodicidade: Quinzenal. 5ª feira às 9h30.
Representante: Leila Guimarães
Contato: lguimen@acessa.com

Considerado o analista dos “casos difíceis ou limites”, Sandor Ferenczi problematizou não apenas as chamadas “neuroses narcísicas”, como também os limites da técnica psicanalítica e a relação entre analista e analisando, visto que nessa se atualizaria a relação adulto-criança, a qual é marcada por uma “confusão de língua”, cujo impacto pode favorecer a emergência do trauma patogênico e a constituição do “bebê sábio” como forma de sobreviver a ele. Considerando a hospitalidade ou o acolhimento fatores essenciais para a constituição subjetiva, Ferenczi afirma que o mau acolhimento ou a falta de hospitalidade, àquele que está por construir o prazer de viver, propicia o deslizamento e o retorno ao “não-ser” , restando a ele lutar contra, ou seja, restando a ele um árduo trabalho de construção de sentidos em uma tentativa de dominar os excessos pulsionais. Assim, a proposta deste Grupo de Trabalho é discutir os destinos do infantil articulado com o pensamento ferencziano, visto que suas ideias e experiências clínicas tornam-se cada vez mais coadunadas com as vivências que nos deparamos no mundo atual.

Componentes:
Edna Magno da Silva Lima
Leila Guimarães
Maria Aparecida Barreto Andrade
Rajni Rodrigues Mendes
Rose Mara Coimbra Campos Azevedo

Grupo de Trabalho em Psicopatologia

Periodicidade: 1ª Sexta-feira de cada mês, das 09h às 11h. No caso de feriado passa automaticamente para a seguinte.
Representantes: Carlos Mendes Meirelles e Heitor Lobo de Mendonça.
Contato: heitorl.mendonca@acessa.com

O objetivo é a partir do atual organicismo da psiquiatria, a serviço do biopoder e da indústria dos psicofármacos e que está muito bem representado no DSM V, discutir a psicopatologia na atualidade. Assim, tendo como teorias centrais a psicopatologia psicanalítica, a biopolítica foucaultiana e a retomada da subjetividade como fator determinante na produção das doenças mentais, tal percurso visa a produzir um discurso que possa se contrapor a este novo higienismo, medicalização e psicopatologização dos sujeitos na contemporaneidade.

Componentes:
Carlos Alberto de Andrade Coelho Filho
Carlos Mendes Meirelles
Déborah Soares de Almeida
Heitor Lobo de Mendonça
Hellen Amaral Rodrigues
Maria Aparecida Barreto Andrade
Narah Elisa C. Moreira
Rafael de Freitas Trifílio dos Santos
Rajni Rodrigues Mendes
Rose Mara Coimbra Campos Azevedo
Simone Santos de Almeida Silva

Grupo de Trabalho em Psicanálise, Cultura e Religião

Periodicidade: Variável. 6ª feira às 09h30.
Representante: Vicente de Paula Ferreira.
Contato: pe.vicente@yahoo.com.br

Com o objetivo principal de aprofundar o diálogo da Psicanálise com a Cultura e a Religião, tendo em conta contribuições de disciplinas como Filosofia, Sociologia, Antropologia, Teologia e outras. O Grupo de Trabalho busca sempre um aprofundamento sobre o que seja cultura, já que existem vários termos como Modernidade, Pós-modernidade, Contemporaneidade que são abordados por importantes pesquisadores; para isso tendo sido necessário estudar autores que tratam temas atuais da cultura contemporânea e sua relação com a psicanálise e com a religião; além da leitura e discussão dos textos do próprio Freud – “O mal-estar na civilização”, “O futuro de uma ilusão”, “Moisés e o monoteísmo” e de outros psicanalistas.

Componentes:
Américo de Oliveira
Heitor Lobo de Mendonça
Sílvia Marcolla (ouvinte)
Vicente de Paula Ferreira

Grupo de Trabalho de Filosofia e Psicanálise

Periodicidade: Mensal. Primeira 5ª feira do mês. 08h às 09h30.
Representante: Jodemar Porto Costa
Contato: jodemarcosta@yahoo.com.br

O Grupo de Trabalho de Filosofia e Psicanálise retorna para preencher um dos pilares da formação de todo aquele que deseja trilhar os caminhos inaugurados por Freud. Com ele, pretendemos encontrar pontos de articulação entre as escolas de pensamento filosófico com a psicanálise aumentando a compreensão da profundidade conceitual da Psicanálise através do conhecimento da filosofia, conforme a orientação de Lacan.

Componentes:
Anna Costa Pinto Ribeiro
Cíntia Borges Azalin Schröder
Débora Dias Müller
Diéssica Nunes Sales
Heitor Lobo de Mendonça
Jodemar Porto Costa
Rose Mara Coimbra Campos Azevedo

Grupo de Trabalho em Cinema, História e Psicanálise

Periodicidade: Mensal. Terceira 6ª feira do mês. No caso de feriado ou emenda de feriado passa automaticamente para a seguinte. 09h às 11h.
Representante: Elaine Aparecida Laier Barroso
Contato: laierplus@yahoo.com.br

A proposta deste Grupo de Trabalho é a de contemplar a Sétima Arte pelo viés da História e da Psicanálise. Espera-se pela contribuição dos demais integrantes do GT para que este instrumental seja abrangido e analisado em perspectiva coletiva, promovendo ricos debates e, a posteriori, produção acadêmico-científica. Também serão articuladas outras epistemes como a Semiótica, a Filmologia, a Filosofia, as quais serão nobres coadjuvantes neste processo.

Filme de abertura do GT: “De olhos bem Fechados”, do Diretor Stanley Kubrick, em homenagem ao Professor e Membro da SEP-JF/EBEP-JF, Dr. Gilberto Barbosa Salgado (in memorian).

Componentes:
Camila Borges Machado
Carlos Eduardo Landim da Silva
Carmelita A. Lavorato Barbosa
Elaine Aparecida Laier Barroso
Flávia Carvalho Faria
Heitor Lobo de Mendonça
Isabela Heluey Martins
Marina Corrijo Kornick da Rocha Pereira

Grupo de Trabalho Articulações Clínicas

Periodicidade: Quinzenalmente. 1ª e 3ª Segundas-feiras das 13h30 às 15h.
Representante: Edna Magno da Silva Lima.

Componentes:
Cássio Ricardo M. F. Castelani
Edna Magno da Silva Lima
Rajni Rodrigues Mendes
Rose Mara Coimbra Campos Azevedo

RS – Porto Alegre

Grupo de Trabalho: A instituição psicanalítica em análise

Periodicidade: Mensal, na primeiras segundas-feiras do mês das 13h às 14h30.
Representante: Thales Abreu
Contato: abreu.thales@gmail.com

Este grupo se propõe a estudar o percurso histórico da construção, consolidação e transformação das instituições psicanalíticas. Pretendemos abordar desde um campo mais geral até a instalação do movimento psicanalítico em Porto Alegre.

Componentes:
Daniele Cherubini Fabris
Fernanda Bern
Liane Pessin
Thales Abreu
Viviane Borin

Interlocuções entre Derrida e a psicanálise

Periodicidade: Quinzenais nas sextas-feiras das 14h30 às 16h30.
Representante: Liane Pessin
Contato: lianepessin@gmail.com

Este grupo se propõe a estudar textos de e sobre Jacques Derrida para usá-los na interlocução com a psicanálise e as questões contemporâneas. Estamos percorrendo a obra escrita de Derrida e alguns textos organizados a partir de colóquios que aconteceram para a discussão de temáticas importantes produzidas pelo filósofo.

Componentes:
Daniele Cherubini Fabris
Fernanda Bern
Liane Pessin
Thales Abreu
Viviane Borin